Houve uma época do futebol brasileiro e mundial, em que quando se aproximava a copa do mundo e por ocasião dos sorteios das chaves, as diversas seleções classificadas torciam muito para evitar o confronto com a nossa seleção, em contra partida, haviam outras que encontravam no sorteio a ùnica e grande oportunidade de enfrentar o Brasil não por imaginar poder vencer-nos, mas sim pelo prazer e honra de estar na mesma competição e no mesmo campo de jogo competindo com a melhor seleção e os melhores jogadores do mundo sem se preocupar-se com o resultado final.
Hoje, as vésperas do sorteio das chaves, jornais, críticos e tele-jornais, fazem juntos uma corrente quase que desesperada por uma ou outra seleção adversária que supostamente poderia nos facilitar uma classificação a outra fase. Sonhar com um grupo fácil não deveria ser nossa preocupação pois, isto é uma prova de falta de confiança em nosso desempenho, é dar o direito as seleções adversárias mesmo aquelas de menos expressão também não respeitar a nossa capacidade (aliás, isto já vem acontecendo) e tornar ainda mais difícil o que poderia não ser.
O Brasil tem que voltar a ser respeitado e admirado no futebol como sempre foi, já que infelizmente ainda é uma das poucas modalidades que nos resta ser referência. Parabéns ao nosso voley e suas brilhantes conquistas, seja muito bem-vindo mas, o Brasil é o país do futebol.
já vivemos enganados em nossos direitos, em nossa digindade, em nossa qualidade de vida, agora por favor nos poupem de tentar nos ludibriar naquilo que ainda sabemos fazer bem.
O Brasil em seu grupo na primeira fase de disputa da copa, tem a obrigação de tornar o mais difícil da competição aos adversários pois, deve ser o único ou um dos, onde disputa-se uma vaga a menos a passar para outra fase, ficando garantida nossa vaga independente dos demais componentes da chave.
Ou fazemos devidamente a manutenção do nosso status de grande seleção, de sempre favorita ao título em quaisquer competição que participamos, ou em pouco tempo estaremos sim tendo motivos para estar preocupados com adversários tão medíocres que não haverá dados anteriores destes que nos possa servir de análise.
Temos que deixar com a máxima urgência de europerizar a nossa maneira de jogar, "descariocar" a entidade, de servir de laboratório para a formar treinador, de sofrer interferências de dirigentes e patrocinadores, de usar a C.B.F. e a Seleção Brasileira de futebol como maneira de auto-promoção e de atender interesses pessoais e de empresas. Temos que torná-la realmente brasileira e de todos nós.
Continuaremos a torcer sim pelo sucesso da nossa seleção como sempre fizemos, mas não nos deixaremos ser enganados com resultados óbvios ou, por uma euforia contagiante atirada sobre nós pela Globo da C:B:F ou, C:B:F da Globo...
"Só existem os fracos, se existirem os fortes"
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